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Revitalização do Centro inicia em Janeiro pela Francisco Glicério

O projeto arquitetônico de revitalização do Centro de Campinas foi apresentado pelo prefeito Jonas Donizette nesta quinta-feira, 11 de setembro, na Sala Azul da Prefeitura. A avenida Francisco Glicério – da avenida Orosimbo Maia até avenida Aquidabã - foi a escolhida para receber as adequações e servirá de modelo para a revitalização de toda área central. “O Centro é um território de todos e a avenida Francisco Glicério, por onde começará a obra de revitalização, é um local simbólico, um espaço cívico. Precisamos dar este passo para a cidade e aquecer o Centro. Queremos mostrar que é possível e que vale a pena”, afirmou o prefeito.

 

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Social e Turismo, Samuel Rossilho, apresentou o projeto arquitetônico, que foi doado pelo Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), assinado pela arquiteta Maria Rita Amoroso, com fotos e informações de como a avenida Francisco Glicério está atualmente e como será depois da obra. “Esta revitalização será um marco para a cidade. Além das mudanças arquitetônicas, será enviado à Câmara dos Vereadores um projeto de lei para oferecer incentivos às empresas de tecnologia, para que se instalem no Centro”, disse Rossilho.

 

O objetivo é valorizar o Centro, revitalizar o patrimônio cultural e arquitetônico, resgatar a convivência e impulsionar a economia e a habitação, entre outras ações. O planejamento está sendo discutido e elaborado pela Comissão de Revitalização do Centro, que envolve várias secretarias, empresas e associações. O secretário de Cultura, Ney Carrasco, considera o momento significativo para a história de Campinas. “Temos a tarefa de devolver o Centro para a cidade”, comentou.

 

A previsão é de que as obras tenham início em janeiro de 2015 e sejam finalizadas em dezembro de 2015, antes do Natal.

 

O projeto será custeado pela Prefeitura, por meio de acordos de compensação com empresas ou Termos de Ajustamento de Conduta (TACs), e pelas empresas e associações participantes. O custo, por parte da Prefeitura, está previsto em R$ 6 milhões.

 

São parceiros no projeto para requalificar o Centro, o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), a CPFL, a Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (reúne cerca de 20 empresas), a Associação Comercial de Campinas (Acic), a Emdec, a Sanasa, a Setec, a Comgás, o Sindicato da Construção (Sinduscon) e a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP).

 

“É um projeto bem planejado para valorizar o Centro. Estamos muito focados nisso. Somos parceiros, estamos juntos", afirmou o vice-presidente da CPFL Energia, Hélio Viana.

 

Intervenções arquitetônicas

 

As intervenções arquitetônicas a serem realizadas valorizam a acessibilidade, a mobilidade de pedestres, a estética e a limpeza do visual. Fios de energia e telefonia serão aterrados; as calçadas serão ampliadas e padronizadas e passarão de três para seis metros; as barracas e bancas, que hoje estão nas calçadas, terão ocupação ordenada do solo público, disposição adequada e serão padronizadas em quiosques modernos.

 

Haverá troca dos pisos da calçada com material mais resistente, mas sem deixar de ter elementos decorativos de andorinhas. As placas publicitárias serão regulamentadas. A acessibilidade nas ruas e calçadas terá destaque, com objetivo de proporcionar a mobilidade das pessoas com deficiência.

As placas de informações, tanto para pedestres quanto para motoristas, serão modernizadas, assim como os pontos de ônibus.

 

Luminárias serão trocadas para valorizar prédios históricos da cidade.

 

Comissão de Revitalização do Centro

 

Para debater a revitalização do Centro de Campinas, foi criada uma Comissão de Planejamento, com membros nomeados pelo decreto nº 18.226 de 16 de janeiro de 2014. O grupo é formado por técnicos de diversas secretarias e autarquias municipais: Cultura; Infraestrutura; Direitos da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida; Verde e Desenvolvimento Sustentável; Serviços Públicos; Esportes e Lazer; Desenvolvimento Econômico, Social e Turismo; Cidadania, Assistência e Inclusão Social; Planejamento e Desenvolvimento Urbano; e Urbanismo. A Comissão é presidida pela coordenadora Setorial de Patrimônio Cultural da Secretaria Municipal de Cultura, Daisy Ribeiro.

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